COMPLICADOR

DESTINADO A DIFICULTAR AINDA MAIS O ENTENDIMENTO DAS COISAS SIMPLES DA FISICA, DA MATEMÁTICA, DA FILOSOFIA, DO SOCIAL, DO DIREITO E DO DEVER, E PORQUE NÃO DAS RELIGIÕES.

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Local: São Paulo, SP, Brazil

Técnico em eletrônica. Sou um amador e amante da Física, sou auto didata, e tenho uns artigos interessantes sobre esta matéria, pela qual já dediquei com prazer e compulsão muitas horas de meus pensamentos.

outubro 24, 2005

Tabela Decádica Básica

Esta tabela foi criada em 1982, a partir de um discador decádico de linha telefônica que eu analisava por apresentar um defeito incomum, e que me arrebatou os pensamentos e proporcionou este resultado. Existe uma tabela muito parecida com esta, que só conhecí alguns anos mais tarde, cuja diferença está no fato de que nela muitos números são apresentados na forma de dezenas seguindo e segundo a tabuada. Esta é simplificada e tem zeros em toda a borda o que a torna mais interessante e simétrica que a outra. A minha vontade foi inutilmente por muito tempo utilizá-la para conseguir uma lei de formação para os números primos.

0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0

0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 0

0 2 4 6 8 0 2 4 6 8 0

0 3 6 9 2 5 8 1 4 7 0

0 4 8 2 6 0 4 8 2 6 0

0 5 0 5 0 5 0 5 0 5 0

0 6 2 8 4 0 6 2 8 4 0

0 7 4 1 8 5 2 9 6 3 0

0 8 6 4 2 0 8 6 4 2 0

0 9 8 7 6 5 4 3 2 1 0

0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0

outubro 21, 2005

Desvendando a Inércia

Eu penso que a energia necessária para se criar um campo gravitacional equivalente ao campo terrestre, seja igual à mc² ( m igual a massa da terra), e portanto, que a matéria é constituída única e exclusivamente de campos, e que estes se acham implícitos no campo gravitacional como subconjuntos dele e apenas caracterizados ou camuflados com diferentes aspectos. De outra forma: a energia total da matéria sempre coincide em valor com a energia do seu campo gravitacional, independentemente da presença ou da intensidade de qualquer outra espécie de campo contido nela. É muito importante observar também que o único campo diretamente proporcional à massa é o campo gravitacional, e este fato em sí é o maior argumento a favor desta conclusão.
Este pode ser um bom "princípio" para uma teoria de unificação dos campos, e um excelente argumento que aqui está sendo tomado como recurso para o desenvolvimento de uma teoria que permite investigar e desvendar os segredos da inércia até agora tão bem guardados.
Um segundo princípio aqui sugerido, postula que a inércia de um corpo se deve apenas e tão somente à variação na relação de posição existente entre um corpo e o seu próprio campo gravitacional, ainda que considerando que corpo e campo são (pelo primeiro princípio) uma mesma entidade física.
Para entender a inércia precisamos perceber que quando se altera as condições de "repouso" de uma partícula, altera-se com isto a sua posição com relação ao seu próprio campo gravitacional distribuído à sua volta. Este, tenta imediatamente não se dissociar dela, e esta tentativa de correção precisa de um tempo mínimo para ser cumprida em todos os pontos de atuação do campo de gravidade, por mais próximos ou distantes que eles possam se encontrar do ponto de contato com a partícula em questão. Este ajuste se faz através de uma onda de correção (esférica e concêntrica com a posição da partícula) que parte da região de contato, e se espalha radialmente e à velocidade c, para todos os locais, até os situados infinitamente distantes do ponto de contato porém em regiões onde campo ainda atua.
A energia total contida nesta onda de correção se equivale à inércia ou à resistencia imposta pela matéria quando tentamos alterar sua condição de repouso ou velocidade, e o período desta ondulação é diretamente proporcional ao tempo de atuação da fôrça sobre a massa respectiva.
Se a inércia depende então apenas da variação de posição entre a matéria e o seu próprio campo de gravidade, pode se concluir que este "princípio" justifica plenamente a origem da até então intrigante coincidência entre massa inercial e massa gravitacional, e também nos permite prever que uma partícula tem garantida a plenitude da sua inércia, mesmo se conseguissemos hipoteticamente eliminar o universo à sua volta.